domingo, 9 de julho de 2017

Inmigrantes africanos están siendo vendidos como esclavos en mercados de Libia







Lo que faltaba: hemos vuelto a la esclavitud tal como se hacía en los peores tiempos de la colonia hace 3 siglos, según denuncia de las Naciones Unidas con relación a la situación en Libia, que recoge el periódico El País, de España, en un extenso reportaje que queremos compartir dado el terrible drama humano que encierra, y que señala una degradación laboral absoluta en pleno siglo XXI.
“No sentaban en el suelo y los libios venían a elegirnos y a comprarnos, como quien escoge mangos en el mercado. Después discutían el precio”, es uno de los muchos testimonios que recoge el reportaje, que puede leer completo en:
Antes del estallido de la Primavera Árabe en Libia, año 2011, este país era una de las rutas migratorias hacia Europa. Hoy se perfila como casi la única ruta, en un país donde el caos es tal que las mafias y los traficantes de personas campean sin estorbos. Y en ese revoltijo tratan de colarse los migrantes para cruzar el mar.
Miles de hombres y mujeres migrantes son vendidos para utilizarlos como mano de obra, como sirvientes o esclavos sexuales. Se estima que unos 330.000 migrantes están hoy bloqueados en Libia, según la Organización Internacional para las Migraciones (OIM).
Ciudadanos ricos de Libia compran subsaharianos para que trabajen en sus casas, granjas o cultivos sin salario de ningún tipo —más allá de techo y comida— y bajo un régimen de violencia.
Cuando llegamos a Trípoli nos metieron en un sótano sin ventanas. Pregunté cuándo llegábamos a Italia y un hombre me dijo: nunca. Después una mujer nos explicó la situación al grupo de chicas que estábamos en el sótano. Nos dijo que, si queríamos volver a ser libres necesitábamos pagar una cantidad de dinero, y que la única manera de lograrla era siendo prostitutas en ese sótano”, cuenta Marian, quien estuvo 7 meses en ese sótano, sin ver la luz del día. Ese tiempo tardó en recobrar su libertad

http://ail.ens.org.co/informe-especial/inmigrantes-africanos-estan-siendo-vendidos-esclavos-mercados-libia/




sexta-feira, 30 de junho de 2017

Desde o inevitável, necessário e urgente, "Temer",e o Brasil depois?

 


Século XXI momento crucial da história política do Brasil, resumo de uma luta de classe que passou por dois processos de profundos traumas desconstitutivos nos últimos 50 anos: Ditadura militar (1964-1985) e Período Populista (2003-2016), Na primeira situação, o movimento popular Brasileiro adere desde vários setores provenientes dos campesinos sem terra, intelectuais, artísticos culturais e dos Movimentos urbanos, aos estímulos originados pelas referências ideológicas de rápida expansão pelo continente Latino-americano. A influência do campo Soviético na disputa por territórios satélites contra o imperialismo de EEUU e seus aliados (guerra fria ) e o resultado vitorioso do ano 1959 da Revolução Cubana, converteram-se em fatores catalizadores de grande ameaça para os setores de reminiscência feudal latifundiária e conservadores dos extratos Burgueses. Sem descontar os futuros interesses previstos desde os macro poderes imperialistas eurocentristas. 1964 a resposta dos setores ameaçados com o apoio da CIA instala o sistema ditatorial, desencadeando a multiplicação do modelo por toda América do sul com a participação integrada da proposta desde Chile denominada “Operação Condor"(1970-1980). Esta tentativa do movimento popular Brasileiro sofre uma derrota ideológica de corte profundo a qual ressurgiria anos depois desde os setores sindicais e os movimentos campo-cidade com o apoio dos setores intelectuais artísticos e pastorais da teologia da libertação, sob uma proposta na disputa por dentro das urnas dos poderes institucionais. A fundação do PT como ferramenta aglutinadora foi constituída por diferentes matizes ideológicos do campo das esquerdas com supremacia de setores reformistas de conteúdo Marxista com discurso moderado, o que permitiu transpassar a osmose dos setores das capas médias e ganhar seus apoios. Estratégia que concretizaria as intenções construídas na assunção via elecionaria com Lula (2003) como principal referência proveniente das categorias sindicais metalúrgicas do ABC Paulista. Ao que se soma uma onda de modelos semelhantes pela América do sul denominadas Progressistas.
As expectativas geradas na toma da presidência por um ex-obreiro metalúrgico de grandes lutas sindicais, acompanhado de figuras provenientes de grupos da guerrilha exemplo a VAR-Palmares e a guerrilha de Araguaia, reativaria para os setores ideológicos da esquerda no Brasil e América do Sul, as esperanças de reabrir e instalar no flamante cenário pós ditadura, o debate ideológico de classe. Desde os Movimentos populares com referência histórica do campo e da cidade começaram a surgir estratégias de formação política popular e ações diretas com tendência de pressionar a interna numa projeção acelerada no campo das reformas previstas pelo projeto político no poder. Em traços gerais as esperanças foram desvanecendo paulatinamente e fragmentando a interna ideológica de perfil revolucionário, que acatou criticamente desde adentro ficanando refém da convicção que debilitar o governo seria ceder espaços a oposição conservadora histórica.
Nessa contradição, a flexibilização politica institucional do projeto governista foi um atrativo convite para o campo das conciliações com o liberalismo conservador e o oportunismo crescente desde suas internas.
Situação reiterada nas três esferas assinalando a desconstrução total das expectativas de impor o debate ideológico de classe, o que com o tempo foi se conformando numa réplica do sistema tradicional com os agravantes que acusam desde a origem do projeto.
As correntes de opinião e apoio das bases populares organizadas ideologicamente forem substituídas pela opinião de grandes setores da população esperando ser beneficiada por projetos sociais embrionários que não passariam do nível assistencialista seletivo com finalidade eleitoreira, ao igual que a função da militância ativa, partidária e aliada, transformada em funcionários para atender o novo sistema de controle burocrático. O qual conto em muitos casos com a cumplicidade de referências históricas dos movimentos, ajudando no desmantelamento programático de históricas lutas. Na realidade a injustiça social continuou seu trânsito de impunidade com zonas de agravamento referentes ao avanço do agronegócio, conflitos étnicos e sobre a população urbana no pronunciado extermínio da juventude negra periférica. O evidente desgaste deste tipo de política começa a mostrar sus efeitos terminais a partir do primeiro governo Dilma Rousseff com o crescimento do setor legislativo representando os interesses do agronegócio e dos grupos conservadores que fizeram um profundo aproveitamento dos vazios sociais, fruto do abandono ideológico no processo instalado.
Ditos sintomas do período mencionado afloram claramente no transcurso elecionário e na composição da proposta a reeleição (2014) D.Rousseff, Michel Temer, como última e desesperada tentativa de se preservar no poder. Assim mesmo de forma conflitiva se consegue o segundo mandato, mas já estava confirmada que a fórmula aplicada nesta contenda reafirmaria historicamente a distância abismal não só do projeto fundacional senão da simpatia da massa popular, que chegou a ter um 70% no segundo governo Lula.
Daí em mais a República artificial do Lulismo se converteu no Big bang da corrupção Brasileira transcendendo na área internacional, tendo como resultado o derrocamento (2016) de Dilma Rousseff por duvidosas ações administrativas. Nada novo sob o sol na história do Brasil.
a assunção do vice presidente Michel Temer, pertencente ao PMDB antigo partido sócio dos governos Lula, com progressivo posicionamento tático por dentro dos mandatos Petistas, não o eximiria de sofrer disputas internas contrárias a estratégia maioritária do partido o que debilitaria ainda mais sua imagem antipopular no desenvolvimento de seus planos no poder executivo. Para agregar outra visão neste processo, a fragmentação dos partidos de grande porte eleicionário foi moeda corrente, alcançando recordes históricos pelo volume de lendas minoritárias, se incluindo nas disputas como um poder ativo muitas vezes decisivo dentro do parlamento com seus votos de apoio segundo seus interesses. Situação esta utilizada habilmente pelo governo Temer com a ação deliberada por trocas de cargos e favores com o fim de controlar a oposição fragmentada na que se somaria o ala do Neoliberalismo PSDB.
Todo este cenário de corrupção real que se manteve camuflado desde a formação da república, ao parecer está chegando a seu fim, arrastando as  estruturas tradicionais dos infalíveis mestres da jurídica constitucional burguesa e seus aparatos políticos parlamentares corruptos. Um prato servido para o Neoliberalismo corporativo e seus aliados quinta coluna, onde não se vislumbra alternativas referenciais possíveis, confiáveis e capazes de aglutinar e combater, rumo a emancipação dos oprimidos.
A pergunta para nós, os de baixo desde o inevitável, necessário e urgente, é: "Temer", e o Brasil depois?


 Um abismo de incertezas que passa por nossas cabeças numa terra, paraíso das injustiças onde Deus não compareceu e as revoluções passaram sem ser ouvidas


                                                         TACUABE REBELDE

quarta-feira, 14 de junho de 2017

Manifesto solidariedade a ocupação Lanceiros Negros.



O Movimento Autônomo Utopia e Luta, manifesta sua Solidariedade as famílias ocupantes legitimas do território Lanceiros Negros, pela ação violenta, no processo de despejo forçado por parte da brigada militar, amparada pela atual gestão politica governante.Não e um caso insolado, nem e só uma decisão judicial, todo isto faz parte da desconstrução e continuísmo que vem avançando desde outras administrações passadas, do dialogo e a falta de interesse por solucionar junto as populações sometidas as urgências por moradia. e territórios dignos.
A historia do controle dos interesses da especulação imobiliária sobre os governos, conta com um momento propicio diante a crísis atual para que este modelo de injustiça social, se propague de forma continuada, apoiada pelas politicas em vias de se constitucionalizar, na retirada de direitos da população Brasileira e oprimida.
Desde nossa opinião lamentamos este tipo de situação vivenciada pelas famílias Da Ocupação Lanceiros Negros que somam se a  longa historia de injustiças contra o povo oprimido, onde os que hoje desde os aparelhos políticos estão "juntos" ontem derem a mesma ordem.
O povo oprimido sempre refém dos interesses da republica burguesa e seus disputas de poder. 

Salve Lanceiros Negros a luta continua.
Por um futuro de Autonomia e luta de classes.

         

segunda-feira, 22 de maio de 2017

Oito anos de moradia, luta e dignidade










Um dia como hoje, há oito anos, famílias, trabalhadoras, jovens, estudantes, artistas e crianças embarcavam no sonho da moradia própria com objetivos claros na construção da Comunidade Utopia e Luta.
Recurso público para população de baixo recurso, que certamente em quase uma década de posse, deu sua contrapartida à sociedade da classe oprimida, vencendo os conceitos da propriedade privada e o mal uso de um recurso proveniente das mãos das trabalhadoras e trabalhadores do Brasil.
Desde seus espaços abertos na formação, produção e geração de renda, cultura, meio ambiente e outros, sempre no estímulo da integração no campo da luta popular solidária, podemos afirmar que cumprimos com nossa parte e com o compromisso ético e revolucionário. Fazemos extensiva nossa satisfação por ter o privilégio de fazer parte de esta história Vitoriosa, a todas as organizações parceiras, pessoas e Movimentos que sempre confiaram em nossa luta. Acreditando ter cumprido com os objetivos dentro de nossas possibilidades, aportando à luta popular, uma trincheira mais em prol da emancipação da classe oprimida.


Salve Utopia e Luta uma historia de vida que merece ser vivida.

Uma estaca de quebracho em meio a enchente capitalista

terça-feira, 4 de abril de 2017

A síndrome da obediência e o medo da Liberdade.



A cada dia está ficando mais claro o profundo grau de controle do sistema de dominação econômica do Capitalismo sobre as massas, até mesmo dentro das críticas, rebeliões ou propostas chamadas de revolucionárias. O qual nos compromete a criar campos de teses, na procura dos elementos já conhecidos e suas mutações dialéticas.

“O povo, neste sistema, será eterno estudante e pupilo. Apesar da sua soberania totalmente fictícia, ele continuará a servir de instrumento a pensamentos e vontades, e consequentemente também, a interesses que não serão os seus. Entre esta situação, e o que chamamos de liberdade, a única verdadeira liberdade, há um abismo. Será sob novas formas, a antiga opressão e a antiga escravidão; e onde há escravidão, há miséria, embrutecimento, verdadeira materialização da sociedade, tanto das classes privilegiadas quanto das massas” (Bakunin)

Nestes momentos podemos afirmar que o interesse e o debate sobre o conceito de Liberdade foi substituído pelo imediatismo das urgências, gerando falsos paradigmas convenientes a correntes reformistas, que usam o mesmo estado Burguês como elemento de solução Paternalista, na procura de um novo modelo de Poder. Convertendo-se em um amortecedor favorável na continuidade do processo da exploração e até conivente com o fim de se manter no poder. O uso das contradições de uma sociedade que desconhece o poder vital e suas condições como ponto fundacional do sistema de exploração capitalista, pode até ser denominado reformismo perverso. A ausência da consciência de classe nestes setores e suas propostas passa desapercebido para as maiorias alienadas e absorvidos pelo imediatismo de suas urgências econômicas. Caso dos setores mais desfavorecidos e do consumismo obediente nos setores acomodados.


A síndrome da obediência, em troca de uma falsa sensação de bem estar com sistema republicano Burguês e a falta de propostas concretas que demonstrem o compromisso e resultados reais para sair do Capitalismo, dá como resultado esta realidade imposta da barbárie e seus absurdos.

quinta-feira, 30 de março de 2017

Desde o ponto mais alto da luta de classes a SOLIDARIEDADE.


Desde o ponto mais alto da luta de classes a SOLIDARIEDADE. MNCR Gravataí,Orquídea Libertaria e Utopia e Luta acompanhando a saída dxs compas do SIMCA detidos e brutalmente agredidos pelo aparelho militar, na Ordem do governo municipal de Cachoeirinha.
Crime-Lutar pelos seus direitos trabalhistas.                              

                                                    Nenhum passo atrás Pelo Poder Popular.

O Capitalismo não se administra se combate.



                               
                                               
                                                   O Capitalismo não se administra se combate.


E muito inocente pensar que numa república burguesa de oligarquia agro-banqueira e associada ao capital corporativo internacional, a política pública seja pontualmente a social, partindo do compromisso e a responsabilidade de administrar para as massas que sofrem os absurdos inumanos da exploração e gerar câmbios estruturais. .A política Pública social esta direcionada intencionalmente como uma arma poderosa de alienação e extermínio carregada a partir das dinâmicas de risco na salvaguarda dos bens capitalistas opressores, abafando o aumento das urgências que resultaria numa unificação da consciência coletiva de classe. Aí cada setor político na disputa de seus louros de poder seja "esquerda" ou direita constrói para sua proposta de governo, onde e como será o modelo da válvula de escape para pacificar e fragmentar as estudadas estatísticas. E assim vai, de governo em governo, partido em partido, discurso em discurso. e nós, os de baixo na correria acreditando, geração em geração, que amanhã vai mudar e se não mudar apoiaremos o menos pior junto com a melhor arte discursiva tocando vida com a frase "e vai fazer o que? ".

quarta-feira, 22 de fevereiro de 2017

Em solidariedade a xs de baixo que lutam.


"Esquerda" vai, Direita vem,discurso vai discurso vem mais todo esse jogo de poderes conciliados, no fato de aceitar o estado Burgues capitalista como ferramenta os converte em farinha do mesmo saco.
O que não muda são as vitimas sempre xs de Baixo, jovens negrxs das periferias Povos originários, população em situação de rua incluindo a violência acentuada contra mulheres e crianças de forma integral.
Essa violência barbara inumana de um estado repressor e genocida não deixa outra alternativa entre tanto atropelo, que fazer uso do direito legitimo de protestar demostrando sua desconformidade.
2013 o ponto alto, confluente de milhões de indignados por todo o pais impulsa a sínteses para que miles na maioria jovens se convocaram sair as ruas levantando a bandeira histórica do Passe livre.Cada um com sua indignação sem eco aglutinador,ambientalistas,direitos humanos,direito a cidade,cultura,igualdade de gênero,desempregados,extermínio da juventude negra,agrotóxicos etc.Mais todxs conscientes que marcharão contra o mesmo inimigo,o Estado Capitalista,muito alem de ser Governo de "esquerda"ou direita.
Aqui Porto Alegre presenciamos forças militares instruídas e preparadas para a guerra cortando ruas e reprimindo pessoas indefesas maiorias jovens que só exerciam seu legitimo direito ao protesto. Consequências,detidxs,feridxs,procesadxs.
No dia de hoje diante a sequencia histórica desse período de luta e de injustiças na abertura dos processos Utopia e Luta declara toda sua solidariedade a os lutadores comprometidos nesta ação da injustiça burguesa! .
Nem um Passo atrás.
Arriba os que lutam.